VISITA TÉCNICA

Comissão vai fiscalizar reforma do Shopping Popular Caetés, gerido pela PBH

A presença de goteiras em dias de chuvas e a falta de manutenção de elevadores foram problemas observados em visita anterior 

sexta-feira, 18 Novembro, 2022 - 17:30
Fachada do Shopping Caetés, durante o dia
Foto: Divulgação/PBH

A Comissão de Administração Pública realiza na segunda-feira (21/11), às 10h, visita técnica ao Shopping Popular Caetés, localizado na Rua Rio de Janeiro, nº 224, Centro. Solicitada por Pedro Patrus (PT), a inspeção vai verificar a estrutura e fiscalizar as obras em adamento no shopping, único de propriedade pública e gerenciado pelo Município. De acordo com o Código de Posturas, o centro de comércio popular Caetés tem o objetivo de atender à demanda do comércio informal em BH e capacitar os empreendedores populares para atuarem no mercado de trabalho. Em visita anterior ao equipamento, expositores reivindicaram manutenção do prédio, que apresentava infiltrações e defeito nos elevadores.

Foram convidados para acompanhar a atividade o secretário municipal de Política Urbana, João Antônio Fleury Teixeira, e o coordenador de atendimento Regional Centro-Sul, Álvaro Eduardo Goulart. 
 
A Comissão de Administração Pública já havia visitado o local em abril desse ano, a pedido de Irlan Melo (Patri). Na ocasião, a Comissão de Lojistas do Shopping solicitou melhores condições de atendimento aos clientes. Revisão do aluguel dos boxes, mais propagandas para atrair o público, limpeza e manutenção do espaço e decoração apropriada em épocas festivas foram algumas das requisições feitas à época. Os lojistas também reclamaram da má conservação do centro de compras, principalmente em dias de chuva, por conta das diversas goteiras, além da falta de manutenção dos elevadores. 
 
Em agosto desse ano, notícias da imprensa relatam que o aumento de preço dos aluguéis do Shopping UAI poderia causar a transferência dos lojistas para o Shopping Caetés. Na época, estava previsto que os novos comerciantes não pagariam nada até o final desse ano, e que os valores cobrados seriam discutidos em 2023. 
 
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