SAÚDE MENTAL
Pioneiro na luta antimanicomial é homenageado em BH
{mosimage}A Câmara Municipal de BH, por indicação do vereador Arnaldo Godoy (PT), confere, nesta segunda-feira, 21 de setembro, às 19h, no Plenário Amynthas de Barros, o título de Cidadania Honorária ao psiquiatra argentino Gregório Baremblitt, figura destacada na luta antimanicomial brasileira.
domingo, 20 Setembro, 2009 - 21:00

{mosimage}A Câmara Municipal de BH, por indicação do vereador Arnaldo Godoy (PT), confere, nesta segunda-feira, 21 de setembro, às 19h, no Plenário Amynthas de Barros, o título de Cidadania Honorária ao psiquiatra argentino Gregório Baremblitt, figura destacada na luta antimanicomial brasileira.
Nos anos 60, ele se tornou conhecido por sua participação no Movimento Institucionalista Argentino, de apoio irrestrito à autogestão de coletivos sociais. Foi membro da Associação Psicanalítica Argentina, de onde nasceu o Grupo Plataforma, e da Coordenadoria de Trabalhadores de Saúde Mental, entidade que reunia os sindicatos dos psiquiatras, assistentes sociais e psicólogos.
Com o golpe militar argentino (78), Baremblitt veio para o Brasil, onde exerceu docência na Santa Casa de São Paulo, na PUC-Rio, na UERJ e na PUC-Minas. Em 1982, com um grupo de profissionais da saúde, constituiu, em Uberaba, uma das primeiras entidades do país a implementar o tratamento mental em sintonia com os ideais da Luta Antimanicomial. Essa fundação, posteriormente se integrou ao Instituto Félix Guattari de BH.
Baremblitt é autor de numerosos livros e artigos científicos e organizador de seis congressos internacionais em sua área de atuação.
Informações no gabinete do vereador Arnaldo Godoy (3555-1165)
Nos anos 60, ele se tornou conhecido por sua participação no Movimento Institucionalista Argentino, de apoio irrestrito à autogestão de coletivos sociais. Foi membro da Associação Psicanalítica Argentina, de onde nasceu o Grupo Plataforma, e da Coordenadoria de Trabalhadores de Saúde Mental, entidade que reunia os sindicatos dos psiquiatras, assistentes sociais e psicólogos.
Com o golpe militar argentino (78), Baremblitt veio para o Brasil, onde exerceu docência na Santa Casa de São Paulo, na PUC-Rio, na UERJ e na PUC-Minas. Em 1982, com um grupo de profissionais da saúde, constituiu, em Uberaba, uma das primeiras entidades do país a implementar o tratamento mental em sintonia com os ideais da Luta Antimanicomial. Essa fundação, posteriormente se integrou ao Instituto Félix Guattari de BH.
Baremblitt é autor de numerosos livros e artigos científicos e organizador de seis congressos internacionais em sua área de atuação.
Informações no gabinete do vereador Arnaldo Godoy (3555-1165)